TRANSPOP

Eu criei esse termo por causa da dificuldade que tive em definir o tipo de música que criei e que quero fazer. De fato, apesar de uma estrutura tipicamente pop com uma parte rítmica principal, um formato de canção com versos e coros breves que se repetem melódicamente, o conteúdo das minhas músicas, ao contrário do pop, não quer agradar ao público ou chegar às pessoas superficialmente como o pop comercial faz hoje; o que eu quero é o contrário: incomodar e perturbar com questões, assuntos e tópicos politicamente incorretos que levem ao questionamento do status quo. Eu tento associar a forma da música pop aos conteúdos normalmente usados no rock, no punk ou no rap, por isso a chamo de TransPOP ou de techno-punk. O TransPOP está aqui para questionar tudo: conceitos, gêneros musicais e sociais e promove a ideia da dissolução de todos os locais definidos e identidades fixas. É TransPOP porque continua a sofrer mutações e desconstruções, como a complexidade da realidade que represento. (Rohmanelli)

Anomalous

Music and Lyrics by Romanelli
Music Production by Gonzalez & Romanelli
Recorded and mixed by Gonzalez & Guilherme Natel at Camaleão Estúdio – Florianópolis, Brasil
Master by Alécio Costa Studio

Don’t ask me what I like
Don’t try to understand it

Don’t put me in a frame
My nature is fluid

Slips from your hands
The more that you tighten
The less you will find me

Let me be anomalous
I don’t need to know who I am
Let me be anomalous
You don’t need to know who I am
Let me be outrageous
We don’t need to be all the same
Let us be anomalous
We don’t need to be all the same

Let me be what I am now
Let me be anomalous
Let us be anomalous

Let me be anomalous
We don’t need to be all the same
Let us be anomalous
We don’t need to be all the same

Let us be anomalous
We don’t need to be all the same
To stay in this world!